TL;DR
Para fazer um institucional corporativo não foque no ego do fundador, mas sim no valor da empresa para o cliente (B2B). Roteirize a sua USP (Proposta Única), grave takes de transição (B-roll) em 60 frames por segundo para dar aquele "aspecto cinematográfico lento" e garanta uma iluminação Rembrandt dura durante a entrevista dos sócios. E mais: invista 60% do seu esforço (e budget) na iluminação e no áudio, não apenas na lente da câmera.
1. O Roteiro (Chega de "Desde 1998...")
Nada afunda a retenção de tela de um investidor tão rápido quanto a frase: "A empresa X foi fundada em 1998 por fulano...". Em vez do formato diário-cronológico, use o formato de manifesto. Comece declarando a Visão do mercado ou o problema massivo que vocês resolvem no mundo, e só depois insira o CNPJ da empresa como a heroína que está liderando essa mudança.
2. Captação (O Segredo do B-Roll de Cinema)
A diferença visual entre um vídeo "barato" e um vídeo "premium" de agência está na cadência dos frames (framerate). Todas as imagens de apoio do escritório, da fábrica e dos equipamentos (o chamado B-Roll) devem ser capturadas a 60fps ou 120fps. Na edição, isso é reproduzido em slow-motion sutil, tirando a trepidação e criando uma sensação de "monumentalidade" e peso nas instalações corporativas.
Ficou complicado tecnicamente?
Deixe que a Tore coordene a equipe de captação e direcione o seu roteiro. Focamos em entregar a fita máster, você só dá o feedback final.
Falar com diretor comercial →3. Pós-produção (Color Grading e Sound Design)
As pessoas não acham a imagem "de cinema" pela câmera usada, mas pela etapa de colorização. O estúdio deve aplicar uma técnica de Color Grading clássica de Hollywood (como Teal and Orange ou variações mais neutras para advocacia, puxando para azuis desaturados e cinzas quentes). Isso unifica a paleta visual do escritório e remove aquele aspecto amarelado das lâmpadas convencionais da empresa. Na dúvida, entregue para nós.